Gerenciamento de pacientes crônicos x informação
Qua, 05 de Outubro de 2011

Gerenciamento de pacientes crônicos, Programas de Qualidade de Vida, promoção à Saúde, Medicina preventiva, Gestão de Risco, Case management, Disease management... terminologias dos programas oferecidos e das iniciativas pretendidas por planos de saúde e empresas especializadas.
Quem trabalha na área da saúde sabe que essas ações culminam com a busca do equilíbrio entre receita e despesa - a sinistralidade - que assombra a vida do RH, especialmente às vésperas dos aniversários de contrato quando se iniciam as renegociações de custo.

Mas então, qual a solução? Do que se trata essa relação entre contratante x contratada e beneficiários de planos de saúde?

Modelos de call center de enfermagem, equipes de visitação domiciliar, campanhas de detecção de doenças e programas e mais programas de gerenciamento de pacientes.

Não há dúvidas que falta informação. E essa é a palavra-chave nessa relação: informação ao paciente, ao beneficiário do sistema de saúde, quer seja público ou privado. As pessoas não sabem como lidar com seu quadro de saúde. Nesse momento utilizam os recursos de forma ineficiente e desordenada, gerando custos desnecessários e causando a inviabilidade financeira dos contratos, especialmente os empresariais do sistema suplementar. Daí a necessidade do gerenciamento - aconselhamento aoindivíduo/colaborador/beneficiário/paciente do plano de saúde. 

Não se trata de cercear o direito do acesso aos recursos, mas torná-los coerentes com o cenário que se apresenta. O problema é que hoje os indivíduos com uma carteirinha do plano e um livro da rede credenciada são “abandonados” e administram seu risco, sua saúde. Este modelo é definitivamente ineficaz.

Nesse sentido é preciso olhar a população assistida sob duas perspectivas: os acometidos de doenças e aqueles supostamente saudáveis.

Tanto para um como para o outro a palavra de ordem é informação, com objetivos distintos e propostas de abordagem e conteúdo totalmente diferenciados. Ações preventivas para a população saudável e curativas para aqueles acometidos de alguma patologia. Antes de qualquer ação passamos pela detecção, ou mapeamento, screening como querem outros, aplicação de questionários, triagem, enfim, mecanismos que levam à avaliação do quadro de saúde... de toda a população assistida, titulares e dependentes.

Contemplando todas essas premissas apresentadas até aqui e, respeitando as iniciativas hoje apresentadas por empresas do mercado que se propõem a esse tipo de gerenciamento de risco, a Global Care vem desenvolvendo no último ano uma metodologia própria, aplicada ao desenvolvimento de um software de inteligência médica para auxílio nesses programas de detecção e gerenciamento de risco. Não se trata mais de gestão de pacientes crônicos, pacientes de risco, programas voltados para idosos... Estamos tratando indivíduos, na sua essência, transcendendo equipes de enfermagem em visitas ou abordagens telefônicas, com script robótico em tela e parametrizações de métricas intermináveis.

Estamos olhando cada indivíduo, de forma personificada, contemplando sua condição única - pois somos únicos, voltado à informação e aconselhamento para o uso racional dos recursos oferecidos.

Para nós da Global Care, esse é um novo paradigma na gestão de pessoas, apoiando o RH das empresas na luta contra o absenteísmo, melhor utilização dos recursos do plano médico, maior satisfação com relação ao benefício e consequentemente o equilíbrio e redução dos custos com assistência médica. (Assessoria de Imprensa Global Care)

Revista Cobertura

 

 

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